Embora muito se fala em tecnologia de ponta e a busca pelo melhor desempenho, como poderíamos permitir, por exemplo, um recall em uma renomada montadora de carros, onde se encontra esta tecnologia e ao mesmo tempo profissionais com alta qualificação.
Temos neste exemplo o encontro de duas situações adversas, seja no positivo como no negativo, neste outro exemplo, o negativo talvez por sua parte torne-se algo favorável para a empresa, fazendo-a reconsiderar métodos e processos, assim como sua política da Qualidade.
De outro lado, o positivo pode ser encarado muitas vezes como algo prejudicial à saúde desta mesma empresa, onde a confiança e a falta de atualização de processos de produção acabam sendo esquecidos ou apenas deixados de lado, assim como a falta de preocupação com a qualificação de mão de obra.
Neste artigo menciono que nem tudo que vemos pode ser o que é, a nossa tradução no caso de empresa, deve estar envolvida em um único sentido, mas nesta avaliação devemos pensar como estes dois critérios poderiam afetar a Qualidade final do produto.
No caso da ISO 9001 norma mundial que certifica o sistema de gestão da Qualidade de uma empresa como positiva muita das vezes acaba não considerando o real resultado de suas não conformidades e até mesmo de seus pontos de observações.
Poderíamos em muitos casos advertir um erro somente avaliando o momento? Não, por isso utilizamos a rastreabilidade dos indicadores e até mesmo de relatórios tais como RNC conhecidos por sua função que é a de indicar uma não conformidade.
Enfim, a Qualidade como ciência não deve ser encarada como ferramenta de um chamado recall ou até mesmo como ação corretiva de uma não conformidade, e sim, ela deverá estar inserida no comprometimento da ação humana e nos objetivos desta empresa no dia a dia.



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